31 de out. de 2009

Show fora, show dentro?

clip_image002O circuito de Yas Marine em Abu Dhabi tem um visual futurista lindo. Integrado a um grande resort que contém parque temático da Ferrari, um luxuoso hotel com passarela sobre o circuito e uma marina lindíssima para muitos dos milionários que irão visitar o circuito estacionar seus iates, e símbolo claro de poder e riqueza que ainda ostenta a região do Golfo Pérsico, através dos seus petrodólares que tem regrado a economia mundial.

Porém, nem todo o dinheiro do mundo fez os árabes criarem uma pista boa. Pelo contrário, em muitos aspectos esta pista pode ser considerada bem retrograda. Com pouquíssimas áreas de escape, guard-rails próximo nas retas, vários trechos de curvas travadas em 90 graus, inclusive no final da “nova” maior reta da F1 com mais de 1.200 metros (uma vez que Fuji não sediará mais provas da categoria), fica evidente que o circuito não privilegia a disputa por posições.

Outra coisa que me chamou a atenção é o fato de que em alguns pontos da pista existe área de escape pintada em azul e branco, do mesmo jeito que existem variações do traçado em diversas partes, utilizando a mesma pintura para diferenciar o traçado a ser utilizado na corrida, além de um túnel na saída dos boxes. Novidades? Nem tanto. Isso só fez parecer que alguém criou este circuito baseado no que já existe e já existiu em Paul Ricard, na França.

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Finalizando, se você quiser um dia ir para Abu Dhabi assistir uma corrida de Formula 1 prepare-se para uma viagem alucinante em tudo que existe em volta da pista. Porém, na hora da corrida, não espere um show. Somente na hora que a luzes artificiais substituírem o Sol, que também é outro espetáculo de imagens.

Ps: Este post foi escrito e reproduzido para o Velocidade, da Barbara Franzin e Anderson Costa, pelo dono deste blog. Obrigado pelo espaço gente!

29 de out. de 2009

E o que tem de novo no Orkut?

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Como muitos já devem saber, hoje estreou uma nova versão do Orkut, baseado no GWT – Google  Web Toolkit. Esta plataforma é a mesma utilizada para o Google Wave, ainda em operação beta e disponibilizada através de convites. Aliás, o novo Orkut também está sendo disponibilizado através de convites cascateados para algumas pessoas. Gostaria de agradecer a Baunilha do Smelly Cat por disponibilizar este convite para mim! :-)

Para iniciar, testei o novo Orkut nos três principais browsers disponíveis em suas versões finais mais recentes: Firefox 3.5, IE8 e Chrome 3.0. Por ser um produto Google, da para perceber que o novo Orkut roda muitíssimo bem encima deste navegador. E para minha surpresa, o pior tempo de resposta é do Firefox, que apresenta algumas pequenas falhas na hora de carregar a rede social. Também fiz o teste em cima do IE6 e o resultado pode ser verificado nesta foto aqui abaixo.

 

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Logo de cara, o impacto visual é extremamente agradável. Como muitos suspeitavam em certos detalhes lembra muito o Facebook. Porém, a usabilidade do Orkut manteve-se fiel ao que é utilizado dentro de todos os Aplicativos Web do Google, principalmente o Gmail. Fica evidenciado que a preocupação de não descaracterizar a rede social na sua origem foi eficaz neste ponto.

Seguindo no teste, observei as principais funcionalidades alteradas. Uma delas é maior visibilidade para os updates de seus amigos. Agora, você tem a possibilidade de comentar em qualquer uma das atualizações que aparecem no grupo de “Friend Updates” da sua lista, algo bem utilizado no Twitter e que foi adaptado para Facebook recentemente. Cabe ressaltar que não é possível ver as atualizações em tempo real como acontece no Facebook, você deve interagir com algum elemento de pagina para verificar se houve alguma atualização.

 

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Outra funcionalidade bastante modificada é a forma de atualizar as fotos. Agora, não é necessário abrir diversas paginas para efetuar a atualização, bastando apenas um clique no botão “edit” para alterar permissões, inserir legendas e editar posicionamento das fotos. Além disso, a possibilidade de avisar aos seus amigos via e-mail que eles têm permissão para acessar a foto selecionada. Conseguir perceber alguns erros nesta parte, como uma chamada de alguma API do GWT para salvar uma mudança na foto mesmo quando ela é cancelada no Firefox. Isso não acontece no Chrome e no IE

 

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Mais uma mudança é que você pode colocar um Vídeo como Testemunhal no Orkut. Infelizmente, esta funcionalidade ficou aquém do que esperava. Enquanto no Facebook você tem a possibilidade de gravar o vídeo através de mini aplicativo em flash, o Orkut restringe a possibilidade apenas a inserir uma URL do you tube para anexar um vídeo a pagina da pessoa. Muito pobre.

 

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Uma pequena mudança porém muito funcional é a possibilidade de visualizar todos os seus amigos e comunidades na tela principal através do seu avatar. E ainda a possibilidade de mudar a cor do cabeçalho das paginas, mas algo bem pequeno perto da possibilidade de adicionar planos de fundo como acontece no iGoogle ou no Gmail.

Por enquanto, estas mudanças estão restritas aos profiles de alguns usuários. O visual de comunidades e de paginas de configuração não está sendo feita através do GWT e para estes perfis esta sendo utilizado um layout hibrido. Vale ressaltar aqui que o Google anunciou que nos próximos meses ainda existirão inúmeras mudanças até que toda a estrutura seja migrada para o GWT.

Concluindo, as inúmeras mudanças no Orkut foram eficientes e vão de acordo com o que foi mostrado pela empresa na sua apresentação. Eu gostei das alterações e creio que elas poderão ser bem aceitas por todos os usuários, desde aqueles que entram uma vez por mês até para os heavy users e evitar uma possível migração para outras redes sociais, principalmente Twitter e Facebook.

27 de out. de 2009

Onde a Paz não tem vez

Este video foi retirado do primeiro episódio da nova temporada do programa “Conexões Urbanas” do Multishow, onde José Júnior, Coordenador executivo do grupo AfroReggae, fala sobre a guerra urbana que acontece no Rio de Janeiro. O nome do video: “Uma mudança nas Favelas”

 
Um fato que chama atenção no primeiro minuto de video é quando Jose Júnior pondera para o Delegado da Polícia: “Raramente agora tem tido troca de tiros” para em seguida perguntar “Por que voce acha que eles(crime organizado) tem evitado confrotos com voces?”. Outra parte que chama atenção é aos 02 minutos e 30 segundos do vídeo o policial falando sobre a diminuição dos casos de violência por conta da utilização do Helicoptero da Policia nesta ações, o que teria ajudado no combate entre Policiais e Bandidos nos morros cariocas.
 
Após ver isso, cheguei a uma conclusão: nada deu certo até agora. NADA! Quando alguém fala que as trocas de tiros diminuiram e temos recursos como um helicoptero fazendo proteção ostensiva para população gerando uma expectativa de sucesso, alguém vai lá e mostra quem manda. E os Tiroteios? Bom, eles voltam para justificar uma ação do Estado contra o Poder Paralelo estabelecido.
 
E o AfroReggae, que trabalhando no terceiro setor busca um caminho para acabar com esta guerra, sofre uma baixa com o assassinato do seu coordenador, numa situação onde o descaso e a omissão beira o absurdo.
 
Mas absurdo mesmo é pensar que as poucas coisas que valem a pena estão perdendo o sentido e não tem mais o valor que deveriam ter. É duro pensar que no momento em que o Brasil está numa situação economica boa, a segurança continua com os mesmos problemas que se iniciaram lá atrás nos anos 70 e que parecem não ter solução. E isso não é um problema local. Vivo com alguém que vive sobre constante ameaça por conta do trabalho dela, que tinha uma proposta que “não foi aceita” por aqueles que realmente mandam. Afinal de contas, para que dar esperança se ela não existe de fato. Uma pena.
 
 

26 de out. de 2009

NFL além das divisas

Todo ano, a National Football League promove jogos da temporada regular fora do solo americano, para promover um pouco do esporte mais importante do Tio Sam. Este ano, o time do New England Patriots, do maior astro da liga atualmente Tom Brady, enfretou o Tampa Bay Buccaners no estádio de Wembley, em Londres. A estrutura envolvida em um jogo de futebol americano faz com que a moderna arena inglesa nem pareça um estádio de futebol. Veja o vídeo abaixo referente ao jogo e comprove:

E esta estratégia da NFL de levar jogos para fora do EUA já fez história muito antes desse evento na capital da Inglaterra. Até a temporada deste ano, o recorde de público de um jogo pela temporada regular era o confronto entre Arizona Cardinals e San Francisco 49ers que foi realizado no Estádio Azteca, no México, com um público total de 103,467 espectadores. Porém, neste ano o recorde foi quebrado no jogo entre Dallas Cowboys e New York Giants no modernissimo Comboys Stadium, em Arlington/Texas, onde os fãs dos Cowboys pagaram muito caro para o primeiro jogo da história da temporada regular desta novissima e belissima arena. O publico total foi de 105,121 espaectadores.

22 de out. de 2009

Por que acessibilidade?

acessibilidade Esta resposta é tão simples que chega a ser difícil escrever muito mais do que duas linhas para responder: é direito de todo mundo, independente de condição física e social, ter o mesmo tipo de acesso seja a informação, seja alguma estrutura física ou por pura discriminação.

Acessibilidade é um assunto importantíssimo, e diferente do que muitos podem pensar, não é modismo. É necessidade. Abrir a possibilidade de alguém poder explorar seu potencial por métodos diferentes do habitual utilizando diversos fatores traz uma série de benefícios para sociedade, como:

- Economia para uso de materiais poluentes;

- Promove integração social;

- Auxilia o processo de sustentabilidade;

- Expande a economia para mercados diferentes;

E isso são apenas benefícios que vêem na minha mente agora. Mas existe uma série de outros que auxiliam na importância de projetos que busquem acessibilidade.

Alias, tenho que admitir que virei fã de um “projeto”, utilizando a definição do PMBOK de fomentar um trabalho único: o blog da Arquiteta Thais Frota. Tudo que eu tento passar com poucas palavras aqui ela fornece com muito mais propriedade. E ela não comenta só de acessibilidade na arquitetura. Por conta de sua paixão por esta palavra e tudo que circula em volta dela, das dicas em geral, como tecnologia em informática, políticas que incentivam estas ações etc. Porém, como todo mundo sabe, para entender uma paixão e preciso se apaixonar. Posso dizer que entendo a paixão dela, e recomendo a todos deixar esta paixão tomar conta de vocês.


Por sinal, neste final de semana, acontece o Teleton, evento em pró da AACD, e este ano, muitos blogueiros foram chamados para participar e falar das suas impressões do evento. É claro, a Thais está escalada Para saber todos os blogueiros, entrem aqui. Posso ter certeza quem acompanhá-la durante o evento via blog ou twitter entenderá minhas palavras acima.

21 de out. de 2009

Formula 1 em resumo – A temporada

Com os títulos do campeonato de construtores e de pilotos definidos, já é possível fazer um resumo do que houve nesta temporada. Vamos do início:

A surpresa sem dúvida nenhuma foi a Brawn GP. Equipe formada a partir do espólio da falida Honda, ninguém esperava um grande resultado dela no início. O que não se sabia era que o pacote aerodinâmico desenvolvido para esta temporada era muito bom, anos a frente dos outros times da categoria, e ainda recebeu um upgrade e tanto: o motor Mercedes, que comprovou ser o melhor da categoria.

Porém, o carro da Brawn não era perfeito. É só lembrar que Rubens Barrichello teve alguns problemas no início do ano com ele. E a conseqüência foi a brutal diferença que foi aberta por Jenson Button, quando conseguiu 6 vitórias nas 7 primeiras corridas. Todo mundo decretava após o GP da Turquia que o título já era dele. Foi questão de administrar e isso foi fundamental: quando o carro esteve nas mãos de Rubens com bem menos problemas, ele conseguiu excelente resultados. Aliás, Rubinho é melhor piloto que Jenson, mas ambos tinham carros totalmente novos, com características nunca antes experimentadas pelos pilotos. E dentro deste cenário, o inglês se destacou em cima do Brasileiro

Alguns poderão se perguntar por que a Red Bull, equipe que não tinha vitória nenhuma antes desta temporada e que rivalizou com a Brawn a disputa na maioria das provas do ano não foi considerada uma surpresa para eu. Pelo simples fato que a evolução da Red Bull foi mais natural que das outras equipes. E ninguém esperava quedas tão abruptas de BMW, Renault, Ferrari e McLaren, todas prejudicadas no desenvolvimento dos chassis por conta da utilização do KERS, que de novidade tecnológica passou a ser tratado como lixo. Portanto, palmas para Red Bull, que conseguiu um trabalho exemplar e andava de igual para igual com as equipes que utilizavam o difusor duplo.

Aliás, o difusor duplo foi a maior polêmica deste novo regulamento da F1. Os carros novos tiveram redução nos aerofólios traseiros e aumento do bico dos carros para aumentar o arrasto aerodinâmico, proporcionando um maior número de ultrapassagem durante as corridas. O que aconteceu foi o contrário, pois algumas equipes desenvolveram várias estruturas para manter os carros aerodinamicamente no chão. Vocês podem notar que no inicio do ano o bico do carro da Brawn era completamente diferente dos outros, pois ele foi feito para jogar o fluxo de ar para o centro do assoalho, onde existe o difusor que gerava um turbilhão de ar em apenas uma determinada linha. Com isso, o carro ficava preso pois a pressão do ar cima era muito maior. E o difusor aumentou ainda mais esta pressão e as maquinas da F1 ficaram ainda mais dependentes da aerodinâmica. Esta opinião não é só minha, mas de muita gente do meio. Alguns artigos que falam sobre tema é este do Andre Jung e este do Ivan Capelli no ínicio do ano mostra como foi confuso isto.

Porém a formula 1 viveu este ano muito mais nos tribunais do que dentro da pista. Seja Renault ou Hamilton ou as equipes dos difusores no inicio do ano ou ainda as novas regras que o Max Mosley gostaria de implantar para atrair mais garagista e menos montadoras que quase ocasionou um racha na categoria, tudo foi motivo para tirar o foco das pistas e olhar para salas com os homens de terno tentando achar uma melhor solução para tudo. E sabe o que é pior: muita coisa na pista deixou a desejar. Provas fracas como Valencia, Cingapura e Turquia decepcionaram que gosta de corrida e de F1.

Em suma, o que aconteceu este ano deve ser repensado e analisado pelo novo presidente da Fia seja ele quem for, por Bernie Ecclestone e por todo mundo que quer o bem da competição, independentemente do motivo. Se no ano que vem a coisa degringolar de novo para as decisões dos homens de terno em vez dos homens sujos de graxa, pode ser o fim de uma era do automobilismo no mundo todo. Que faz tempo já não tem o romantismo de antes e agora pode significar perdas muito maiores do que antes.

20 de out. de 2009

Bolas e Balões

Depois da farsa acontecida nos Estados Unidos, que ficou mundialmente conhecido como Balloon Boy(leia este artigo em ingles, um dos mais completos que eu li sobre o fato), outro objeto esferico voltou a causar problemas. Só que isso ocorreu no Campeonato Inglês, durante a partida Liverpool e Sunderland no último domingo. Veja o lance, que foi validado pelo arbitro, já devidamente suspenso:

 

Pobre do Reina, foi atrás do balão vermelho, que não teve sua trajetória alterada pela bola, e sim foi desviada pelo lateral Glen Johnson do próprio time. Mas nenhum corpo estranho pode interferir numa partida de futebol, e isso invalidaria o Gol. No Brasil eu lembro não de balões, mas de gandulas aprontando boas para evitar gols

19 de out. de 2009

Formula 1 em resumo – Corrida de Interlagos

Excelente a corrida de ontem em Interlagos. Corrida de automovel que proporciona disputa entre equipes e pilotos, onde existe embate não pode ser considerada uma corrida ruim. E definitivamente não foi. Porém, cabe a ressalva que isso ocorreu porque o grid estava embaralhado devido a chuva de Sabado, que fez varios carros rapidos largassem das últimas filas.

Houve inumeros personagens nesta corrida, como Button passando todo mundo e fazendo uma corrida de campeão; Hamilton mudando estratégia e imprimindo um ritmo de corrida muito rapido mesmo com o tanque cheio; Kamui Kobayashi mostrando espirito de GP2, dando “xis” no Button e fazendo uma ultrapassagem ousada no pobre do Fisichella no final da corrida; o Barbeiro Nakajima e o brigão do Trulli, que na confusão com Sutil tiraram o Alonso de uma corrida que ele provavelmente não iria fazer nada mesmo.

(Alias, Nakajima e Sutil/Trulli/Alonso me fizeram observar como o Interlagos é um circuito perigoso. A pista é estreita demais e falta em varios lugares proteção melhores para evitar acidentes mais graves. Na resta oposta e subida para o laranjinha falta muros e cercas de proteção. Como eu fiquei com medo do carro do Nakajima e do Grosjean na sexta voar por cima daqueles guard rails…)

Só que personagem mesmo da corrida é o Raikkonen. Ele é rapido com um carro ruim, quase buscou a segunda posição na largada, levou um toque do Sutil, ficou em terceiro até o final da reta oposta, ao fazer uma barberagem ao bater no carro do Webber (o que causou todas as outras confusões da corrida). Foi para último lugar e na volta a pista, levou um banho de combustivel devido a mangueira de combustivel levada pelo carro do Kovalainen, lembrando muito Massa em Cingapura, o que ocasionou quase que instantaneamente o carro pegar fogo. Mesmo rapidamente, a imagem assusta.

Para ilustrar a parte mais interessante desta corrida, o inicio, peguei este video abaixo que do Velocidade da Barbara Franzin e Anderson Costa

E o Barrichello? Bom, Barrichello fez o possivel. Não teve a sorte de outras corridas, mas foi muito competente na sua pilotagem e teria tudo para terminar no pódio esta prova. Agora resta ele lutar pelo vice-campeonato. Mas uma coisa me intriga. Muitos dizem que Barrichello não poderia ser campeão. O Campeão deste ano só tinha uma vitória antes desta temporada e estava indo para fila do desemprego junto com o próprio Rubens. Porque o Button mereceria e o Rubinho não? Isso eu vou tentar explicar no segundo post sobre Formula 1, sobre o campeonato e sobre esta temporada totalmente maluca deste ano.

16 de out. de 2009

William Bonner e as Redes Sociais

Video publicado no Globo.com do programa Estilo GNT, onde Willian Bonner fala sua experiência com as redes sociais, vide o sucesso que ele tem conquistado com os usuários que seguem no Twitter

Sensacional!

13 de out. de 2009

Qual é o nome do vencedor?

Juca Kfouri, grande jornalista dos canais ESPN, UOL, CBN e Folha de São Paulo, sofreu na última segunda feira, durante o programa linha de passe. Acho que nem cabe muita explicação né:

Como diria o povo no Twitter, #euri!