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17 de set. de 2009

Did you know?

Cada vez que eu vejo este vídeos atualizando os dados sobre web e midia digital, fico mais impressionado. Aonde está o fim disso?

Recomendado pela @rinapri

21 de ago. de 2009

O erro da Telefônica

Um caso chamou minha atenção esta semana. O indiciamento do Vinicius Camacho Pinto, mais conhecido na rede pela alcunha K-Max, por ter descoberto uma falha em uma das paginas da Telefônica na web, através de um procedimento simples que era uma instrução para banco de dados (SQL Injection) e um script PHP para aceso via browser destas solicitações, concedendo acesso ao dados de usuários da empresa. Hacker conhecido por ter exposto várias vulnerabilidades de segurança em diferentes sistemas na web e fora dela, sendo as mais conhecidas o bloqueio de acesso dos sites do Google durante a última Campus Party e a possibilidade de roubar comunidades inteiras do Orkut via código, ele não teve muitas dificuldades para conseguir fazer o acesso. Ele deu uma entrevista a respeito sobre o que ocorreu ontem, enquanto a Telefonica soltou apenas uma nota sobre o fato.

Já existe muita discussão a respeito sobre como deveria ter sido o procedimento por ele adotado para avisar a Telefônica a respeito da falha. Opiniões a parte neste ponto, é preciso analisar o outro lado da questão. Se de fato a Telefônica não atualiza este site faz 3 anos, ela incorria em um erro gravíssimo. Não é possível trabalhar com TI sem se preocupar em criar métodos de gerencia e atualização dos sistemas da empresa. Um processo simples que poderia acabar com isso era adotar o controle de versão dos portais web e deixar uma pessoa responsável para analisar estes portais. Para uma empresa que tem mais de 20 mil funcionários, alguém que saiba rotinas web e com experiência em documentação de processo de negocio não seria um problema. Mesmo que ele não fosse alguém contratado, mas um auditor de sistemas que poderia enxergar e remediar esta situação

Como se vê, gerenciar conteúdo e atualização de sistemas conforme a necessidade é algo essencial. Nenhum sistema que esteja integrado com outros dentro de uma instituição pode ser desconsiderado. Em ambientes onde as informações são compartilhadas, mesmo que determinado sistema seja considerado de impacto baixo para o negócio, deve ser coberto dentro de um processo maior, relativo ao negócio. Dentro deste exemplo, o negócio da Telefônica sofre um impacto negativo muito grande. Primeiro, por ter um sistema que expõe dados de usuários que poderiam ser usado para outra finalidade na mãos de crackers em futuros golpes. Segundo, não é somente a área de TI que sofre o impacto. Quanto o pessoal de marketing da Telefônica deve estar gastando em campanhas para melhoria da imagem da empresa. O departamento jurídico, que ao acionar a justiça, tem um gasto x que pode lhe dar, dependendo do resultado da ação, um prejuízo N vezes maior.

Em suma, isto só mostra que estratégia e gestão de processos de negócios, visualizando todas áreas e todo e qualquer tipo de sistema é de fundamental necessidade para evitar este tipo de problema. Que as empresas de grande porte aprendam esta lição e não minimizem este caso como uma simples exceção que dificilmente repetirá. Pois até exceção nós podemos avaliar antes que elas ocorram.

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15 de jul. de 2009

A “bastilha” da TI

Alguns eventos são marcos históricos da ascensão de povos ou pessoas dentro de sua sociedade. Esta semana, um dos maiores eventos da história francesa foi comemorado. É a famosa Queda da Bastilha, que foi marco da Revolução Francesa.

O que a queda da Bastilha fez ser uma marco cultural tão forte na França? Por se tratar de uma prisão que tentava cercear a liberdade dos adversários políticos e de muitos liberalistas que lutavam contra o sistema imposto durante o século XVII. (Você pode ver texto completo aqui no Historianet)

A lembrança da queda da Bastilha serve como simbologia para dois lançamentos do Google e da Microsoft que ocorreram nesta semana. Um é o anúncio do desenvolvimento do Google Chrome OS. A intenção clara do Google é avançar em uma área do Windows falha: Sistema Operacional para equipamentos móveis de pequeno porte, como Netbooks, que são desenvolvidos para navegação Web. A Microsoft não confia nesta estratégia.

Do lado da Gigante administrada por Steve Ballmer, temos o Bing, substituto do Live Search e que, por conceito, tem como fator organizar as buscas de forma mais organizada em relação ao Google, tomando parte do mercado próprio (veja aqui overview do IDG NOW).

Ambas as empresas tentam sua revolução em cima da outra. Cada um foca naquilo que a outra é campeã disparada (SO e Busca na Web). Seria uma delas a Bastilha da outra? Qual produto tem poder para ferir os investimentos da outra e causar alguma revolução? Fica muito difícil saber isso, como foi bem escrito no Blog dos Blogs do IDG NOW, além de detalhar mais fatores em relação a este duelo. Que não é tão nobre e idealista quanto foi na época da revolução francesa, mas tem seu charme e sua coincidência de datas.

26 de mar. de 2008

Interatividade Corporativa

Através desta matéria fiquei sabendo desta pesquisa sobre as tendências sobre as comunicações unificadas. Uma é a mais clara de todas: o uso do IM como ferramenta de comunicação e interatividade em funcionários de grandes empresa.

Como as grandes corporações estão com o foco mais nos negócios e com a grande maioria adotando soluções de Outsourcing, o papel das ferramentas colaborativas crescem muito. E inegável nos últimos anos a forte demanda destes tipo de aplicações.

Pelo que vejo com a pequena experiência que tenho neste ambiente, é que estas mudanças acontecerão de forma gradativa, mas trará potencial competitivo aquelas que executarem com sucesso. O que não é fácil.

1 de mar. de 2007

Novidades

Segundo notícia da Info Online de Ontem, A IBM utilizará software do Google em conjunto com sua aplicações empresarias (Aqui).

Esta afirmação pode não parecer nada para quem observa apenas como duas marcas consolidadas na era da TI em uma parceria natural.

Natural sim, porém com um fator histórico.

Observando melhor, é o encontro da velha guarda da TI (a história da IBM começa no século retrasado!) e a nova guarda ( O Google tem menos de 10 anos).

E este encontro gera uma importante observação: o mercado corporativo necessita cada vez mais de ferramentas de interação de fácil manuseio.

Logo penso em duas coisa quando falam algo neste sentido: WEB 2.0 e Google.

Não duvido se a HP buscar uma parceria com o Yahoo!...