26 de mai de 2009

Humor Chato, só não sei qual…

Estou ficando bem chato. E os programas que fazem humor para mídia televisiva também. Mesmo aqueles que um dia eu aplaudi.

O CQC ontem passou uma reportagem feita com Claudia Leite durante o Rodeio de Jaguariúna. Mesmo rodeio onde aconteceu um tragédia onde 4 pessoas morreram. Mesmo com aviso antes da reportagem relembrando o fato, acho que não deveria ter sido passada uma matéria de conteúdo humorístico que remete ao mesmo local onde houve a tragédia. Fora que aquelas chamadas publicitarias antes de cada bloco… Mas isso rende um post sozinho, mais sério. E a pegação no pés dos políticos tem diminuído perto do inicio do programa no ano passado. Enfim, o CQC está ficando mais do mesmo.

O Pânico na TV notabilizou principalmente em tirar um sarro do mundo das celebridades, fazendo cair por terra muitas pessoas que se auto-intitulavam estrelas. Hoje. ele é um programa que abusa do apelo sexual para piadas infames e não tem o mesmo humor satirico com as pseudo-celebridades. Pelo contrário, ajudou vários a terem um espaço que não mereciam.

A Escolinha da Band é tão fraca, tão fraca, que não merece nenhuma menção em relação a Escolinha do Professor Raimundo, que muitas vezes era produto de um humor barato, mas que era melhor do nível que está atualmente no mercado.

Talvez um pouco desta minha critica aos programas de hoje seja o DVD dos Trapalhões que assisti faz pouco tempo. Produção barata também que utilizava da simplicidade a melhor forma para fazer humor. Com personagens que eram eles mesmo na maioria da vezes, e que retratavam um pouco do que sempre foi o Brasileiro ao longo dos anos.

Em resumo, a volta ao passado será a única solução para o Humor retornar as nossas telas da forma mais simples: através de um sorriso.

Um comentário:

Just Ale disse...

Tenho notado (inclusive no Twitter), que o que é popular e bobinho é o que atrai atenção.
A maioria das pessoas está sim perdendo o senso crítico e fazendo de blogs e redes sociais um oba-oba, um carnaval 24 por 7.

Felizmente poucos, como nós, refletem sobre questões relevantes e resolvem sair da Matrix. ;)